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terça-feira, 15 de março de 2011

PIERCING

                    História do Piercing


Praticamente todos os povos, desde os tempos mais remotos já possuíam formas de adornar o corpo, por motivos religiosos,  estéticos ou até mesmo por tradições e costumes da própria cultura.
Cada vez mais percebemos que o ser humano nunca esteve satisfeito com o seu próprio corpo, fazendo dele um instrumento da estética e mudança de sua aparência natural, podendo ela ser definitiva ou temporária.
Tudo começou, nas primeiras tribos e clãs das mais antigas  raças humanas; nas tribos da América do sul, África, Indonésia, nas castas religiosas da Índia, pelos faraós do Egito e pelos soldados de Roma.
Depois se espalhou pela classe média e aristocracia do século 18 e 19. Foi esquecido na Europa no século 20. Em 1970 cresceu novamente nas mãos dos “gurus" da  moda de Londres e artistas do "underground".
E em 1990 finalmente atingiu a atenção de todo o planeta fechando o elo entre o STYLLO primitivo e o moderno.





Lóbulo da orelha
Este é de longe o piercing mais comum na história.
Antigamente o uso do piercing destinguia uma pessoa rica de uma pobre.
Os Marinheiros colocavam piercing acreditando que estes te davam melhor visão,  já os Romanos associavam o piercing na orelha a riqueza e a luxúria, nas tribos Sul-Americanas e Africanas faziam piercings e alargavam o furo, quanto maior o furo, maior era o status social.

Nariz
O nostril (aba do nariz) se originou no oriente médio há 4000 anos, e se espalhou para Índia, esse piercing também foi introduzido pela cultura hippie que viajou pela Índia nos anos 60 e 70, logo após, é também adotado pelos "Punks" e outras culturas jovens dos anos 80 e 90.

Umbigo
As primeiras aparições do piercing no umbigo vem do Antigo Egito aonde apenas os faraós e as famílias reais eram permitidos a fazer esses piercings.
A população normal estava proibida de fazê-lo. Hoje é o piercing mais realizado em todo mundo. Os faraós egípcios obtinham piercings no umbigo durante uma cerimônia.

Línguanos
Nos templos Astecas e Maias, os sacerdotes faziam piercings em suas línguas como parte de um ritual de comunicação com os Deuses.
Mil anos depois continua popular, mesmo que por diferentes razões.

Lábios
A boca e os lábios são partes sensuais do corpo e poderosos como afrodisíacos, então era natural que as castas mais altas dos Astecas e Maias adornassem seus lábios com labutes de puro ouro. Na África , as mulheres da tribo Makolo vestem pratos chamados "Pelele" nos seus lábios superiores para atrair homens de suas tribos. Tribos indígenas da América Central e do Sul, incluindo nossos índios brasileiros, fazem piercings nos lábios inferiores e alargam os furos para colocar pratos de madeira.
Hoje em dia o piercing labial mais comum é colocado nos lábios inferiores. Se tornou popular também o piercing no lábio superior imitando uma pinta, no canto dos lábios, chamados de"Madonna".

Mamilo
Piercing no mamilo era considerado símbolo de força e virilidade. Nativos da América Central faziam piercings nos mamilos como marca de transição da masculinidade. Em 1890 foi uma "coqueluche" de mulheres Vitorianas que faziam piercings em seus mamilos com jóias vendidas por famosos joalheiros de Paris. Algumas faziam piercings nos dois mamilos e uniam os dois com uma corrente de prata

SUGESTÕES

Qual piercing escolher?

- A partir do momento em que se decidede ter um piercing, você deve pensar em tudo, desde o material (qualidade) da sua jóia, o local do seu corpo, e ainda, em qual estúdio será feita a perfuração.
É muito importante que você pense bem em qual tipo de material você irá escolher, pois a final de contas, você estará colocando um elemento novo no seu organismo, e não pode ser uma decisão deliberada.
Temos aqui um pouco de informação para que você possa decidir melhor qual será o tipo de piercing a ser usado.
 Aço cirúrgico: O aço cirúrgico geralmente tem um preço razoável e o seu uso nos piercings é altamente seguro e recomendado, a final de contas, ele é usado nos procedimentos médicos.
Este tipo de material dificilmente produz no organismo algum tipo de rejeição ou infecção na pele e, dentro de todas as opções, sempre é a mais segura.
Prata: Não é uma boa escolha para novas perfurações, porque as “manchas” da prata depositam-se dentro da pele. Estes depósitos geralmente escurecem a pele ao redor do piercing, podendo se tornar permanente.
Ouro: Neste caso, o ouro usado no piercing deve ser de pelo menos o de 18 quilates, ou seja 75% ouro para as novas perfurações e de 14 quilates para aquelas que já estejam cicatrizadas.
Nunca utilize joias folhadas ou banhadas em ouro, porque o metal é muito fino, sendo assim é muito provável que acabe descascando-se com o contato com o seu corpo.
Titânio: Este metal é muito usado como piercing, seguindo o exemplo do aço cirúrgico pois também é utilizado em implantes.
Mas existe uma resalva, este metal possui pequenos poros fazendo com que o tecido fique aderido a ele.  Justamente por este motivo é recomendado que os piercings de titânio estejam bem polidos, assim os poros irão diminuir. 



                                        
                                                        
                                                              

                          Biossegurança


Biossegurança, o conjunto de medidas destinadas à proteção da saúde humana, vegetal e do meio ambiente com respeito a todo tipo de riscos infecciosos que podem ocasionar enfermidades.
Tanto para o Body Piercing quanto para a Tatuagem, as agulhas e demais materiais como tinta, papel toalha, gaze e etc., são totalmente descartáveis.
Após o uso, são colocados em sacos de lixos hospitalares especiais, sendo recolhidos pela Vigilância Sanitaria. Materiais como biqueiras, pinças, forceps, e todas as jóias utilizadas para a aplicação do Piercing passam pelo processo de esterilização por Auto-Clave.
A esterilização por Auto-Clave segue as seguintes    etapas:
O material crítico e semi-crítico é colocado em uma cuba com detergente enzimático e água deionizada na lavadora Ultra-Sônica.

Em seguida, exposto a choques elétricos por 30 minutos afim de remover qualquer impureza ou resíduo, feito isso, o material é retirado da lavadora Ultra-Sônica.

Logo após, enxaguado em água corrente, estendido e seco sobre uma superfície limpa e descartável.

Sendo embalado separadamente e lacrado em envelopes especiais para esterilização em Auto-Clave.

Enfim, colocado na estufa Auto-Clave iniciando o ciclo de esterilização:


Aquecimento


Esterilização


Secagem


Mantido na Auto-Clave por 20 minutos sobre vapor e pressão à uma temperatura constante de 121°C.

Secado ainda na estufa aberta por 10 minutos.


Esterilização Concluída!

O material está esterilizado e pronto para ser utilizado com toda segurança e confiabilidade que você merece!

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